Desculpem pelo sumiço, mais estou lendo duas novas séries e como está me tomando bastante tempo, mais o inicio das aulas na faculdade acabei me afastando um pouco do computador, mais eu volto logo ainda tenho agata christie para postar aqui e mais alguns livros
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enfim estou postando novamente mais um post do ato ou efeito sobre torturas literárias no final tem o link daquele blog
Quando falei sobre Torturas literárias , algo que poucos devem se lembrar, eu acabei deixando algumas coisas de lado, até porque elas aconteceram DEPOIS de ter escrito aquilo. A primeira de todas que consegui me lembrar é sobre o que pode ser considerado um inimigo dos livros.
Favor não confundir Livros com a literatura. estou falando aqui da forma física, o que se pode tocar, a forma básica dele, o hardware. Outra hora eu defino um livro direito, mas por enquanto essa aí já serve para meus objetivos.
Do que eu falava mesmo?
*15 minutos depois…*
Ah sim, inimigos dos livros. Objetos tão diferentes, cada um com um acabamento diferente, uma maneira de encadernar diferenciada, tipo de papel perfeito para aquela obra e lombadas que seria legal se elas ficassem assim até o fim dos tempos… mas a realidade é outra, um pouco mais sombria do que isso…
Para começar, vamos falar desse tão estranho ser, que por uma grande ironia do destino se tornou o símbolo desse site. Se nunca soube o que diabos era aquilo, eu lhes digo agora: Aquilo é uma TRAÇA!
“noça, sempri axei ki era um plâncton!” diz o garoto ranhento lá da carteira do fundo. NÃO! Você está errado! Agora senta de novo seu… cocozento!
Hãn? Quê? Ah sim, a traça, esse ser tão pequeno e feio, ele é meio preguiçoso em seu trabalho, sabia? Mas junte ele a uns vinte companheiros e eles se tornam os power rangers uma ameaça dos infernos. Aquele volume ali, parado, que você tanto preza e zela por sua integridade, pode estar nesse momento virando jantar desses malditos AGORA! MMAAMWHWWAHWAHWAH!!1!11!!!shiftone!!!!1!!!
Temam, pois ele ataca sem você esperar. Bom, ataca como qualquer coisa, na realidade. Então, para deixar ela longe de seus pequenos preciosos de papel, vamos a alguns cuidados. Deixa eles em um lugar limpo. Não vá guardar livro na cozinha e depois reclamar que tem molho de tomate nas páginas. Um lugar ventilado, que esteja protegido de mofo ou umidade é uma boa. Então, banheiro também está de fora. E colocar naftalina no local onde os livros ficam pode ajudar elas a não se espalharem. Isso explica também o nome do site.
Ahhh, depois disso tudo a sensação de proteção sobre seus livros parece ter aumentado, não é?
VOCÊ ESTÁ ERRADO!
De novo…
Eu falei sobre uma ameaça que você pode evitar, agora, vamos a uma daquelas que mesmo que você queira, não tem como impedir. Não tem nem como impedir ela com você, por que conseguiria com os livros? Estou falando do TEMPO!
Ó, ser que domina a todos que passam pelas suas garras e sofrem seus danos levando-os e acumulando pelo restante das vidas dessas formas tão únicas, os ornit…
Bom, apesar de ser um inimigo que não dá pra impedir, ele pode ser… como posso dizer? Retardado? Suavizado? Adiado? É alguma dessas palavras aí, ó.
A maioria das que eu falei para traças servem pra cá. Não deixar em locais úmidos, locais bem ventilados, se possivel, abrir eles de tempos em tempos (nada de esperar a geração seguinte, ok?), não deixar ao sol, assando como um pedaço de carne. Se possivel, não empilhar eles, enfim, o cuidado que você dá a uma camiseta que você gosta pode ser aplicado a um livro. Só não vai jogar o coitado numa máquina de lavar.
E acho que me alonguei demais nisso hoje. Tem ainda mais alguns que pretendo falar a vocês, os prevenir, mas acho que isso fica pra uma próxima oportunidade. Talvez semana que vem, sei lá. E se perguntarem por mim, vocês não me viram.
Fonte : Ato Ou Efeito
E, por isso, uma reciclagem nas atitudes dele não seria uma má idéia. Se os quadrinhos seguem as tendências de pensamento da época (também conhecido por Zeitgeist), um “fim da guerra fria” não é má idéia. Orra, o Muro de Berlim caiu há quase 20 anos! Mas não estou sugerindo que ele se torne um badass tal qual o Lobo, que chega nos cantos chutando a porta, passando a mão na bunda da tua irmã e mijando com a porta aberta. Mas, caramba, custa tanto assim fazer um personagem com menos tanguice? Quando moleque, apesar de também gostar das HQs do babaca com a cueca por cima da calça, meu personagem de HQ predileto era o Batman. Por que? Bom, ele era uma pessoa normal. Teve os pais assassinados, ficou órfão, sendo cuidado pelo mordomo. Até aí, tudo bem. O cara podia até virar emo, a história dele era fudida o suficiente pra permitir que o cara se tornasse qualquer tipo de aberração psico-social. Mas, o que ele fez? Resolveu se vingar. Treinou a mente e o corpo à exaustão, tornou-se o maior investigador ficcional depois de Sherlock Holmes, arranjou equipamentos decentes, estabeleceu um objetivo e foi pra porrada. Cara, isso poderia acontecer com qualquer um! Além do mais, ele não tinha as frescuras do Superman de evitar maltratar os outros: ele chegava na porrada e fazia gato e sapato de quem quer que fosse para conseguir o que queria. Outro que também é assaz interessante é o Justiceiro. A história é bem parecida com o Batman (talvez um pouco menos profunda), só que a ação é mais sangrenta, mais violenta. Não que eu esteja fazendo apologias à violência gratuita (eu estou, mas, sabe aquela história de politicamente correto? É um saco). O que eu defendo é o ideal de heróis menos tangas. Vocês não concordam que, se os heróis dessem cabo dos vilões de uma vez só, o mundo seria um lugar melhor?



